Na catequese de hoje o Papa Francisco reforça a importância de se manter constante no combate da oração, com isso, “ao final de nossa vida, voltando o nosso olhar para trás, poderemos dizer: ‘Pensava que estava só, mas não, não estava: Jesus estava comigo’”. Leia o resumo da catequese.

 

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Nenhum dos grandes orantes, que encontramos na Bíblia e na História da Igreja, teve uma oração cômoda. Certamente a oração traz-nos grande paz, mas através de um combate interior, por vezes duro, que se pode arrastar por longos períodos de nossa vida. Rezar não é uma coisa fácil. Quando pensamos fazê-lo, subitamente nos vêm à mente tantas outras atividades que, naquele momento, nos parecem mais importantes e mais urgentes. Em certos períodos, é uma dura luta manter-se fiel aos tempos e aos compromissos da oração. Preferiríamos estar em qualquer outra parte do mundo e não ali, naquele banco da igreja, a rezar. Os piores inimigos da oração encontram-se dentro de nós mesmos, e o Catecismo os descreve assim: “desânimo na aridez; tristeza por não dar tudo ao Senhor, porque temos ‘muitos bens’; decepção por não sermos atendidos segundo a nossa própria vontade; o nosso orgulho ferido que se endurece perante a nossa indignidade de pecadores; alergia à gratuitidade da oração”. Nos tempos de prova faz bem recordar que não estamos sós: Jesus está sempre conosco! Ao final de nossa vida, voltando o nosso olhar para trás, poderemos dizer: “Pensava que estava só, mas não, não estava: Jesus estava comigo”.

 

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Fonte: Vaticano