Atitudes que nos inspiram

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“Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Mc 16, 15).  Para cumprir o mandato missionário de Jesus um número incontável de homens e mullheres já percorreu longos percursos, já visitou muitas terras estrangeiras. Foram até os confins como mandou-nos o Senhor. E ainda hoje muitos doam a vida pelo anúncio do Reino de Deus.
 
Mas mesmo que não tenhamos a oportunidade de empreender grandes viagens, sabemos que todos são enviados em missão, para levar o nome de Jesus às terras longínquas do coração de quem convive conosco.
 
Para assumirmos a condição de evangelizadores no cotidiano bastam atitudes simples. No Congresso Nacional da RCC deste ano, o diretor do Instituto de Formação do ICCRS, Jim Murphy, contou uma experiência pessoal sobre a importância de se falar diretamente de Jesus para as pessoas que estão à nossa volta (clique aqui para conferir). Inspirada pelo relato de Murphy, a coordenadora do Ministério Universidades Renovadas do Amapá também partilha seu testemunho de evangelização.
 
 Leia o relato e inspire-se!
 

Certo dia desses, passei a tarde orando e intercedendo pela juventude, junto com um grande amigo. Ele me falava da sua experiência com Elena Guerra e do quanto Deus tem feito através dele, por meio do uso dos carismas. Isso me inquietou.

Naquele dia eu não tive aula e aproveitei para continuar rezando. Fui ligar o notebook para fazer oração pessoal (faço as anotações num documento) e dei de cara com a compilação da pregação do Jim Murphy no Congresso Nacional no qual ele fala sobre a necessidade de apresentarmos  Jesus para as pessoas.
 
Comecei a ler e lembrei-me de uma colega que partilhou comigo sobre as dificuldades que passa no trabalho e que a tem preocupado muito. Diante disso eu só disse a ela que tivesse coragem e encarasse o problema. Quando li o texto, percebi que precisava falar diretamente de Jesus a ela. Então larguei a leitura na metade e liguei, mas quando ela atendeu, só consegui dizer que era para ela falar o nome de Jesus quando precisasse…
Mas ela perguntou por que eu estava falando aquilo, então resolvi ler o trecho da pregação do Jim pelo telefone. Ela começou a chorar muito e a agradecer, prometendo que iria chamar por Ele.

Partilho isso para que a gente não tenha medo e estejamos abertos aos carismas. Confesso que senti vergonha de abordá-la dessa forma… Uma pessoa que senta do meu lado, literalmente, todos os dias. Em experiências como essa pode ser que não nos escutem, que debochem, mas pode ser que alguém seja salvo… E se um só for salvo, vale a nossa vida inteira!
 
Luciana Belúcio

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